Estreia de “O homem que vê no escuro”: um registro verbo-visual

2 jan

 Faço aqui o registro verbo-visual da estréia do filme O homem que vê no escuro (Mirabeau Dias, 2012), para quem não pôde comparecer, e também para quem compareceu, os muitos amigos, colegas e conhecidos que ocuparam as 150 cadeiras do recém fundado Cine Linduarte Noronha, nas dependências do prédio da Funjope, rua Duque de Caxias, 352, em João Pessoa, na noite de 28 de dezembro de 2012, dia Mundial do Cinema.

Cena do filme

Cena do filme

O homem que vê no escuro é um longa documental (101 minutos) sobre a minha pessoa, meu trabalho, minha militância na crítica cinematográfica e minha vida.

Concebido, roteirizado, dirigido, editado e produzido por Mirabeau Dias, o filme faz um passeio por minha linha existencial, a partir de entrevistas que, em momentos diferentes, concedo ao professor Luiz Antônio Mousinho, aos jornalistas Renato Felix e Astier Basílio e ao próprio Mirabeau Dias.

Cena do filme

Cena do filme

Nessas entrevistas fica delineada a minha trajetória de ser humano, de escritor e de pensador do cinema, os dados pessoais (o primeiro filme que vi, por exemplo) se misturando ao embate conceitual (livros que li, pessoas que me influenciaram, etc) que me conduziu à posição teórica que caracteriza meus escritos e minha maneira de interpretar o cinema. Naturalmente, toda a minha fala é emoldurada por cenas de filmes, imagens amadas de nós todos.

Do filme também fazem parte lances criativos, nada documentais – evidentemente, todos soluções expressionais do diretor – que ilustram a minha paixão pelo cinema de várias formas, em alguns casos de forma brincalhona. James Stewart enredando de mim por telefone a Hitchcock em “Janela indiscreta”, ou, eu, na pele de Gary Cooper, dando meia volta na carroça para ir pegar o livro “Imagens amadas” (começo de “Matar ou morrer”) são dois lances que vêm ao caso. Cito mais dois: uma dramatização que, a pedido do diretor, faço do mini-conto “Flor de Cacto” (conferir neste blog meu livro “Um beijo é só um beijo”) e minha enxerida ingerência no ato de desenhar, um hobby secreto que sempre escondi de todos.

Cena do filme

Cena do filme

A exibição do filme fez parte do evento que celebra o Dia Mundial do Cinema, evento este organizado pela Academia Paraibana de Cinema, sob a presidência do jornalista e historiador Wills Leal. Na ocasião, foram entregues prêmios aos melhores filmes paraibanos realizados em 2012, que passo a citar em suas respectivas categorias:

Presidente da APC, Wills Leal

Presidente da APC, Wills Leal

“Tudo que Deus criou” de André da Costa Pinto (Longa metragem de ficção); “Radegundis Feitosa” de Anthur Lins e Niu Batista (Longa metragem documental); “Ato instituicional” de Helton Paulino (curta de ficção); “Fogo pagou” de Ramon Batista (curta documental).

A atriz Marcélia Cartaxo

A atriz Marcélia Cartaxo

Houve ainda a entrega dos troféus do Festcine Digital do Semiárido, para: “A Ninhada” de Nivaldo Miranda (ficção) e “Quebra quilos” de Haroldo Vidal. O produtor e realizador Durval Leal recebeu um prêmio especial pelo conjunto de sua obra, e a atriz Marcélia Cartaxo fez o anúncio oficial do prêmio Walfredo Rodriguez, recém instituído pela Funjope.

Após a exibição de O homem que vê no escuro foi servido um coquetel aos presentes. (Confira fotos).

JBBrito entre amigos

JBBrito entre amigos

JBBrito entre amigos

JBBrito entre amigos

JBBrito entre amigas

JBBrito entre amigas

JBBrito, Sérgio de Castro Pinto, Mirabeau Dias e Suely

JBBrito, Sérgio de Castro Pinto, Mirabeau Dias e Suely

Silvino Espínola, JBBrito e o diretor Mirabeau Dias e esposa, Suely.

Silvino Espínola, JBBrito e o diretor Mirabeau Dias e esposa, Suely.

Coquetel

Coquetel

Coquetel, vendo Wills Leal à direita, de costas

Coquetel, vendo-se Wills Leal à direita, de costas

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8 Respostas to “Estreia de “O homem que vê no escuro”: um registro verbo-visual”

  1. Vitria Lima janeiro 2, 2013 às 2:09 pm #

    Festo, hein? Parabns!! Vic

    Em 2 de janeiro de 2013 10:37, Imagens Amadas

  2. David Trindade Filho janeiro 2, 2013 às 3:41 pm #

    Parabéns meu amigo. Foi uma noite memorável aonde pude fazer os registros fotográficos desse acontecimento ímpar. Grande abraço.

  3. Glória janeiro 2, 2013 às 5:23 pm #

    Johninho, querido, uma pena mesmo eu não ter podido ir. Tanta gente bacana, elegante, amigos queridos de sempre! Você merece e saiba que, mesmo ausente, eu estava pensando em você e nessa bela homenagem. Fico feliz pela ideia maravilhosa de Mirabeau, e fico aguardando uma oportunidade de ver o filme.

  4. Margarete Almeida Nepomuceno janeiro 9, 2013 às 11:41 am #

    Muito orgulhosa de estar presente neste momento de prestigiar sua versão da “a rosa púrpura do cairo” . Fiquei emocionada e feliz de ver tua trajetória ampliando cada vez mais o lugar de quem vê no escuro. Para nós, seus leitores, aprendizes e amigos, você é quem traz esta luz. Parabéns!

  5. W. J. Solha janeiro 9, 2013 às 2:52 pm #

    Não fui ao lançamento do trabalho de Mirabeau sobre você, João, apesar de minha irrestrita admiração pelos dois, porque – caramba – adquiri (com meus lançamentos de livros e vernissages) patológica predisposição a me angustiar com esse tipo de evento ( aponto de não fazer, mais, nada parecido).
    Prefiro ver sozinho o que vocês andaram aprontado e que, pelo seu entusiasmo, é muito bom

  6. Cristiana Brito janeiro 9, 2013 às 7:34 pm #

    Parabéns painho pelo sucesso. Estou ansiosa pela exibição para a família. Estaremos lá.
    Bjos, Bela.

  7. Vitria Lima fevereiro 23, 2013 às 11:51 pm #

    Agora vejo que voc foi com a camisa de John Wayne! Vic, parabns outra vez.

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